quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

INTERNACIONAL DE SANTA MARIA 0X3 SÃO LUIZ DE IJUÍ

Entre rojões e feras, havia uma bela

 Ao entra em campo os jogadores de Ijuí percebem que a pressão  extra campo iria ser grande, na entrada dos times um arsenal de fogos fez com que o gramado do presidente Vargas ficasse coberto  por uma nuvem de fumaça, indicando que ali se tratava de um jogo do campeonato gaúcho de futebol. Mais ao meio de toda fumaça, no meio de tanto guerreiros trajados com seus respectivos uniformes, estava ela, que chamou mais atenção que os fogos mais atenção do que as formações das equipes ou escalações, a auxiliar de arbitragem, Renata, era a atração do confronto, que desta vez o ritual de alguns torcedores usarem palavras de baixo calão contra a arbitragem não foi visto pelos arredores do presidente Vargas, pelo contrario Ela, a bela da noite, ganhou somente elogio e confissões amorosas por parte de torcedores do time local, já que dentro de campo o Inter- SM não correspondia demonstrando um belo futebol, já a bandeira era muito mais encantadora do que o futebol demonstrado pela a equipe de Santa Maria. Entre Santa Maria e Ijuí há uma distância correspondente a 180 km, uma diferença pequena perto das diferenças do futebol apresentado entre as equipes. Do São Luiz muito bem composto e com seus rápidos meias que contra- atacava aquilo que o internacional chamava de ataque, o Inter-SM apresentou praticamente os mesmos erros da estréia no Gauchão, contra o Caxias. Um time sem articulação e que permitiu a chegada com perigo do adversário foi o que se viu na primeira etapa. Para se ter uma ideia, o centroavante Vitor Hugo não recebeu uma bola sequer em condições na área. E a melhor chance do primeiro tempo foi do São Luiz, aos 39 minutos, quando Eraldo recebeu na área e chutou para a defesa salvadora do goleiro César. O Inter-SM havia chegado com certo perigo aos 16 minutos. O ala-esquerda Júlio Cézar arrancou em velocidade, cortou para a intermediária, avançou para a área e chutou para o gol, mas Oliveira defendeu.



    No segundo tempo o são Luiz voltou disposto a levar os três pontos para IjuÍ, e logo no inicio da etapa final abriu o placar com Eraldo em um escanteio, cada vez mais os olhares se voltavam para a bela, já que as feras que vestiam vermelho e branco não demonstraram superação, e aos 33 minutos nicolhas aproveitou a falha de William Feijó que foi uns dos poucos que demonstrou alguma técnica no campo do lado colorado e avançou para sacramentar a vitória do são Luiz, para a revolta do torcedor santa-mariense que começou a deixar o estádio, mais ela, a bela continuava lá fazendo seu trabalho ao todo Renata  deu seis impedimentos todos a favor da equipe colorada que deixava em delírio os torcedores, e para fechar o caixão colorado e aflorar a raiva de quem ainda não havia deixado o estádio Glauber nos acréscimo desferiu o golpe final.


    O time oriundo da cidade das culturas diversificadas (ijuí) mostrou um futebol diferente e que envolveu a cidade cultura, que até pode ter cultura, mas um bom futebol não haverá por esse ano. Mais se entre mau futebol rojões e feras, se existir uma bela, sempre haverá promessa de casa lotada no presidente Vargas.


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