''Não há má vontade e, sim, uma burocracia que precisa ser seguida. A UFSM trabalha em cima da demanda. Estamos, gradativamente, nos adaptando ''– afirma o pró-reitor.
Depois de passado toda a rotina das provas do vestibular, um calouro aprovado no curso de comunicacao social - jornalismo, teve que bater de frente com a burocracia do servico público brasileiro, está burocracia que você está acostumado a ver, mas não deveria estar.O calouro aprovado no vestibular é portador Deficiência auditiva, e necessita de um Intérprete para conseguir assitir as aulas minitradas pelos professores do seu curso.Desde o vestibular de 2008, a instituição oferece vagas pelo sistema de cotas para candidatos com necessidades especiais. Se nos anos anteriores, a procura não foi tão intensa ou se os estudantes que ingressaram não precisavam de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), neste vestibular foi diferente. O aumento na demanda pegou a UFSM de calças curtas. Dos seis acadêmicos surdos aprovados no concurso deste ano, três solicitaram a presença de um intérprete durante as aulas (Jornalismo, Educação Especial e Educação Física). Nenhum deles foi atendido até o momento.
Mas passado quase 30 dias contando o inicio das aulas, sem contar que o aluno informou o caso logo quando inscreveu para realizar o vestibular no segundo semeste de 2009, entao ai contabilizamos mais de 4 messes,mas o caso ainda está tramitando pelas mesas e pelas salas de quem teria que resolver o caso mas não resolve.
A coodenadoria de comunicão social fez pressaão e cobrou solucão do caso perante a PROREITORIA, que destinou um prazo de 4 messes para a contratacão de um inteprete.Em quatro messes o aluno perderia o praticamente um semeste.De que adianta disponibilizar vagas para alunos com necessidades especiais e não dispor de material (humano ou não) para receber o aluno?
A burocracia no servico público não pode atravancar o ensino. O caso gerou certa revolta no acadêmicos dos curos de comunicão, que atravez das rede socias e murais da instituicão chamaram atencão e pediaram um rápida solucão para o caso.
“Vamos contratar de forma emergencial três profissionais, para atender a essa necessidade imediata. A previsão é chamá-los na próxima semana. Esse contrato será por tempo determinado, cerca de 60 dias, tempo necessário para abrirmos licitação e escolhermos uma empresa para prestação de serviço onde vamos cadastrar 16 profissionais intérpretes de Libras. Não quer dizer que vamos contratar os 16. Eles serão chamados, conforme a demanda. Esse outro contrato será de seis meses, renovável por até 5 anos.”
José Carlos Segala, diretor do Departamento de Material e Patrimônio (Demapa) da UFSM
É o que todos nós queremos Sr. josé


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